
Antes de mais nada, Parabéns meu amor.
Depois, obrigada aos teus pais, por te terem dado vida e te terem ajudado a ser quem és.
Obrigada pelos momentos felizes que vivemos e pelo amparo que me deste nos dias maus. Obrigada por teres paciência para me aturares há tantos anos, eu sei que nem sempre tenho um feitio fácil. Obrigada pelos nossos três filhos. Obrigada por seres o pai que és. Obrigada pelos anos difíceis, mas tão felizes, que vivemos. Obrigada por todo o amor, companhia e compreensão, ao longo destes anos. Obrigada por termos “crescido” juntos. Obrigada por me teres escolhido. Obrigada pelo que pensas de mim, embora eu não tenha nem metade das qualidades que me atribuis.
Não vou dizer mais nada. Junto uma coisinha que já conheces. Um pequeno poema que nada vale, mas que diz bem, o que sinto por ti
Era Junho e chovia.
Lembras-te amor?
Passaram anos,
Sofremos desenganos,
Mas eu nunca esqueci aquele dia.
Era Cascais com a baía ao fundo.
Lembras-te amor?
Passaram anos,
Passamos desenganos,
Mas nesse dia começou o mundo.
Maria
É, ao fim deste tempo, aquilo que ainda sinto.
Um beijo e todo o amor da tua Maria.
Até um dia destes. Ah! E não se esqueçam que: “Todas as cartas de amor são ridículas. Se não fossem ridículas, não eram cartas de amor.”
Depois, obrigada aos teus pais, por te terem dado vida e te terem ajudado a ser quem és.
Obrigada pelos momentos felizes que vivemos e pelo amparo que me deste nos dias maus. Obrigada por teres paciência para me aturares há tantos anos, eu sei que nem sempre tenho um feitio fácil. Obrigada pelos nossos três filhos. Obrigada por seres o pai que és. Obrigada pelos anos difíceis, mas tão felizes, que vivemos. Obrigada por todo o amor, companhia e compreensão, ao longo destes anos. Obrigada por termos “crescido” juntos. Obrigada por me teres escolhido. Obrigada pelo que pensas de mim, embora eu não tenha nem metade das qualidades que me atribuis.
Não vou dizer mais nada. Junto uma coisinha que já conheces. Um pequeno poema que nada vale, mas que diz bem, o que sinto por ti
Era Junho e chovia.
Lembras-te amor?
Passaram anos,
Sofremos desenganos,
Mas eu nunca esqueci aquele dia.
Era Cascais com a baía ao fundo.
Lembras-te amor?
Passaram anos,
Passamos desenganos,
Mas nesse dia começou o mundo.
Maria
É, ao fim deste tempo, aquilo que ainda sinto.
Um beijo e todo o amor da tua Maria.
Até um dia destes. Ah! E não se esqueçam que: “Todas as cartas de amor são ridículas. Se não fossem ridículas, não eram cartas de amor.”
