
Só uma letra faz toda a diferença. Neste caso, a falta dela.
Descobri isso quando me debatia entre uma sonolência doentia e uma insónia, provocadas pela crise de Favismo, que me acometeu.
É. Tenho alergia às favas. Não posso tocá-las, nem comê-las, nem sequer passar-lhes perto. Ora, estamos no tempo delas. É difícil ir às compras sem as ver. Foi o que me aconteceu. Bastou-me cheirá-las de longe, para ficar com comichões, lábios dormentes e dificuldade em respirar. Tenho alergia também às “Aspirinas”. Os sintomas ainda são piores. Hoje, cheguei à brilhante conclusão que, a origem das duas alergias é a mesma: Falta de uma qualquer enzima. Pelos vistos, eu tenho problemas com elas. Também não tolero o leite por causa da falta de outra enzima.
No meio desta confusão veio-me à cabeça o “Fauvismo”, corrente artística de que fazem parte alguns pintores que gosto. Maurice Vlaminck, Henri Matisse eram “Fauvistas”.
O Fauvismo é segundo li:” Primado da cor sobre as formas: a cor é vista como um meio de expressão íntimo, desenvolve-se em grandes manchas de cor que delimitam planos, onde a ilusão da terceira dimensão se perde; A cor aparece pura, sem sombreados, fazendo salientar os contrastes, com pinceladas directas e emotivas; autonomiza-se do real, pois a arte deve reflectir a verdade inerente, que deve desenvencilhar-se da aparência exterior do objecto; a temática não é relevante, não tendo qualquer conotação social, política ou outra”. Parágrafo. Fim de citação.
Se é esta ou não a verdade, não sei. Só sei que gosto.
Já o “Favismo” podem defini-lo como quiserem, que para mim, é uma valente chatice que me atormenta todos os anos.
Ai, como eu queria passar ao pé das favas, como paro a olhar um quadro de Matisse! Com prazer, sem medo, sem problemas.
E afinal, é apenas uma letra, um simples u, que faz toda a diferença.
Bom fim de semana, sem alergias.
Até um dia destes.
Descobri isso quando me debatia entre uma sonolência doentia e uma insónia, provocadas pela crise de Favismo, que me acometeu.
É. Tenho alergia às favas. Não posso tocá-las, nem comê-las, nem sequer passar-lhes perto. Ora, estamos no tempo delas. É difícil ir às compras sem as ver. Foi o que me aconteceu. Bastou-me cheirá-las de longe, para ficar com comichões, lábios dormentes e dificuldade em respirar. Tenho alergia também às “Aspirinas”. Os sintomas ainda são piores. Hoje, cheguei à brilhante conclusão que, a origem das duas alergias é a mesma: Falta de uma qualquer enzima. Pelos vistos, eu tenho problemas com elas. Também não tolero o leite por causa da falta de outra enzima.
No meio desta confusão veio-me à cabeça o “Fauvismo”, corrente artística de que fazem parte alguns pintores que gosto. Maurice Vlaminck, Henri Matisse eram “Fauvistas”.
O Fauvismo é segundo li:” Primado da cor sobre as formas: a cor é vista como um meio de expressão íntimo, desenvolve-se em grandes manchas de cor que delimitam planos, onde a ilusão da terceira dimensão se perde; A cor aparece pura, sem sombreados, fazendo salientar os contrastes, com pinceladas directas e emotivas; autonomiza-se do real, pois a arte deve reflectir a verdade inerente, que deve desenvencilhar-se da aparência exterior do objecto; a temática não é relevante, não tendo qualquer conotação social, política ou outra”. Parágrafo. Fim de citação.
Se é esta ou não a verdade, não sei. Só sei que gosto.
Já o “Favismo” podem defini-lo como quiserem, que para mim, é uma valente chatice que me atormenta todos os anos.
Ai, como eu queria passar ao pé das favas, como paro a olhar um quadro de Matisse! Com prazer, sem medo, sem problemas.
E afinal, é apenas uma letra, um simples u, que faz toda a diferença.
Bom fim de semana, sem alergias.
Até um dia destes.


