Na sexta-feira estava um pouco triste. Pensava ter um dia só com o Vasco, o que vive mais perto, sem os outros que vivem longe.
Lembrei-me do tempo em que todos eram pequeninos, e no dia da mãe me acordavam de manhã, com beijos e as coisinhas que para mim faziam, com carinho, de se meterem na minha cama, enquanto eu via as prendinhas.
A tristeza, como sempre, deu um poema triste, saudoso.
À noite, o mais velho, disse-me que vinha cá com o neto, a nora (nora, filha). Só faltava o impossível. Ver a filha e a neta.
O poemazinho aqui vai.
Só uma flor
Só uma flor!
Depois, talvez um beijo.
É só o que desejo
Meus filhos, meu amor.
Só a vossa presença,
Bastava para mim
Para poder pôr fim
Nesta saudade imensa.
Um telefonema, ao menos
Já que não posso vê-los
Beijar-vos os cabelos
Como em pequenos.
Afinal tive cá 4 a almoçar. Os dois rapazes, a filha (nora, que não é nora) e o neto. Fiquei mais feliz. Mas havia dois lugares vagos na mesa e no coração: as minha meninas, que longe no Algarve, me telefonaram, logo de manhã. E tive flores, um disco triplo de Brel, os beijos e o telefonema meigo da minha filha.
O dia acabou por ser feliz, quase inteiramente feliz.
E digo eu às vezes, que não ligo às datas!
A nossas mães, a minha e a do João, tiveram direito, como sempre, a dois botões de rosa e a muitas saudades.
É bom ser mãe.
Obrigada meus filhos. Um beijo nos cabelos, como dantes, ao deitar.
Até um dia destes.
Lembrei-me do tempo em que todos eram pequeninos, e no dia da mãe me acordavam de manhã, com beijos e as coisinhas que para mim faziam, com carinho, de se meterem na minha cama, enquanto eu via as prendinhas.
A tristeza, como sempre, deu um poema triste, saudoso.
À noite, o mais velho, disse-me que vinha cá com o neto, a nora (nora, filha). Só faltava o impossível. Ver a filha e a neta.
O poemazinho aqui vai.
Só uma flor
Só uma flor!
Depois, talvez um beijo.
É só o que desejo
Meus filhos, meu amor.
Só a vossa presença,
Bastava para mim
Para poder pôr fim
Nesta saudade imensa.
Um telefonema, ao menos
Já que não posso vê-los
Beijar-vos os cabelos
Como em pequenos.
Afinal tive cá 4 a almoçar. Os dois rapazes, a filha (nora, que não é nora) e o neto. Fiquei mais feliz. Mas havia dois lugares vagos na mesa e no coração: as minha meninas, que longe no Algarve, me telefonaram, logo de manhã. E tive flores, um disco triplo de Brel, os beijos e o telefonema meigo da minha filha.
O dia acabou por ser feliz, quase inteiramente feliz.
E digo eu às vezes, que não ligo às datas!
A nossas mães, a minha e a do João, tiveram direito, como sempre, a dois botões de rosa e a muitas saudades.
É bom ser mãe.
Obrigada meus filhos. Um beijo nos cabelos, como dantes, ao deitar.
Até um dia destes.


