sábado, 12 de novembro de 2011

Timor, vinte anos


Para que nunca esqueçamos.

Até um dia destes
Maria

10 comentários:

Olinda Melo disse...

Querida Maria

Acabei de ouvir com devoção esta canção que, aliada às recordações de tudo o que aconteceu em Timor, emociona até às lágrimas.

Tem razão, é preciso não esquecer.

Obrigada.

Beijo e bom fim de semana.

Olinda

Maria disse...

Olinda
Há vinte anos, vi, com lágrimas, as imagens daquele horror.
Tudo o que meta ataques à Liberdade me magoa.
Hoje, acordei com a música dos Trovante no pensamento. Voltaram as imagens daquele dia.
O tempo não está para grandes alegrias.
Beijinho e bom fim de semana
Maria

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Mariamiga

Um crime é... um crime onde quer que seja. Em Timor, o massacre no cemitério de Santa Cruz ficou sinistramente marcado na História ao lado de (ressalvadas as dimensões da loucura dos homens) Auschwitz, das fogueiras da Santa Inquisição, dos mortos de todas as guerras, do massacre de Katyn.

Mas, a nós disse-nos mais tantos anos estivemos ligados àquela gente; ao Mundo, naturalmente, também. Mas, repito, a nós...

Os Trovante interpretaram sentidamente essas cenas tremendas, e tu recordaste-as e recordaste-os. Obrigado.

3abçs & qjs para tu

Je Vois La Vie en Vert disse...

Dificil de esquecer esta atrocidade.
Ainda está tão viva na nossa memória e no entanto já passaram 20 anos !
O tempo passa tão depressa...
Beijinhos
Verdinha

Maria disse...

Henriquamigo
Um crime a que assisti pela TV e, de que recordo imagens horrorosas. Marcou-me. Tanto que, as não esquecerei nunca. Brutal, incompreensível. Tem havido outros que me impressionam mas, este foi num local que, como tu dizes, esteve ligado a nós muito tempo. Há imagens que basta fechar os olhos, para as voltar a ver. A de uma criança com cerca de dois anos, agarrada a uma garrafa de água, tentando por sua conta e risco, esconder-se atrás de uma campa, é a que mais vejo. Não chorava, não chamava ninguém, o instinto guiou-a. A água e um abrigo, eram naquele momento, o que lhe interessava. É uma imagem muito dolorosa. A Liberdade não tem preço. É um direito de todos, ou devia ser.
Abrçs, beijinho para a Raquel e um queijinho de Tomar para tu, meu amigo, da
Maria

Maria disse...

Querida Verdinha
Foi uma coisa tão atroz que, nem que passem 100 anos, dá para esquecer.
Ontem revi tudo.
Quando deixará o homem de querer ser dono dos outros?
Jesus disse: Amai-vos uns aos outros.
O homem diz: Matai-vos uns aos outros.
Quando haverá Paz? começo a pensar que nunca.
Abraço grande
Maria

Green Knight disse...

Dá para reflectir.
Com a descolonização, nem tudo saiu bem.
Que os erros nos sirvam para alguma coisa.
Um crime é um crime.Infelizmente foram vários.
bjs Maria
jrom

O Encapuçado disse...

Maria, em breve tudo vai começar a mudar, sinto-o, os homens vão deixar de ter o poder que sempre tiveram e pensam que têm, sobre o próximo, já faltou mais, tudo o que acontece todas estas massas de gente a gritar contra a opressão, a violência, têm uma razão de ser. CHEGA!e os Políticos os corruptos todos vão acabar, porque Deus assim o quer... Estamos numa de mudança em cheio, e até ao fim do ano que vem, muita coisa vai acontecer, mantenhamo-nos firmes na Fé, na esperança e no Amor.

Grande e apertadinho abraço da flor de linho.

laura

Maria disse...

Jrom amigo
A descolonização não teve nada de exemplar. Houve sofrimento (há) dos dois lados. Em Timor foi pior. Nós descolonizamos e vieram os Indonésios, armados em donos daquela pobre gente que, queria paz, pão e Liberdade.
Foi um crime sem nome.
Beijinho
Maria

Maria disse...

Ó Laurinha nem te conhecia assim encapuçada.
Esperemos que seja como dizes mas, é melhor esperar sentado, porque ainda deve demorar um bom pedaço.
O Manel está melhor?
O tempo está um susto. Chove, troveja, está cinzento e triste. Até quando para um pouquinho de chover,as árvores pingam gotas que, parecem lágrimas.
Abraço e beijinho da
Maria