quinta-feira, 27 de novembro de 2008

O Miguel voltou

E tudo acabou bem, felizmente.
Falando por mim, mãe e avó, confesso que, me senti aliviada e grata, por tudo ter acabado bem.
Bem vindo, à tua casa, aos braços dos teus pais e irmão e, aos corações que, estes dias, sofreram por ti e, pela tua família.
Teresa, o seu rosto hoje, demonstrava bem, a alegria e o alívio, por ter o seu menino de volta. Sinto-me feliz, por si.
Senhor Vasco Ferreira: obrigada por mais uma vez, ter mostrado que, os portugueses, continuam a ser solidários e, se preocupam com os outros.
Tudo o que é mau, acaba sempre, por nós ensinar alguma coisa. Talvez, agora, quando alguém desaparecer, o que aconteceu com o Miguel, faça as pessoas pensar que: ”A união, faz a força”. Não vale a pena, lamentar, dizer frases bonitas. É preciso é agir. Aquilo que, às vezes parece inútil, não é. Mais uma vez se provou que, televisão, jornais, simples e-mails, Blogues, notícias, passadas boca a boca, podem ajudar a resolver um problema grave.
Agora, deixemos o Miguel viver a sua vida e resolver os seus problemas. O nosso papel, termina aqui. Felicidades, Miguel.
Até um dia destes.

6 comentários:

Luís Ribeiro disse...

É Verdade Maria. Um pequeno gesto é o suficiente e neste caso isso foi comprovado.

Beijinhos Maria

Anónimo disse...

Pois é, Luís, basta um pequeno gesto. São os pequenos gestos, anónimos, sem interesses à mistura, que por vezes, resolvem os grandes problemas.
Beijinhos para os dois
Maria

Kim disse...

Às vezes - os jovens pensam que o seu problema é o maior do mundo.
Às vezes - os velhos não dormem por causa dos novos.
Tudo está bem quando acaba bem.
Beijinho Grande Marie!
Beijinho Grande Carla!

Anónimo disse...

Todos juntos fazemos um mundo melhor!
Beijinho
Nemy

Anónimo disse...

Kim:
Tens razão, como sempre.
Mas para eles, esses problemas, atingem um grau de gravidade que nós, já esquecidos que tivemos a mesma idade e outros problemas, por vezes, não conseguimos entender.
Tudo acabou bem, para o Miguel, assim o espero.
Quem tem filhos, como nós, sente, muito profundamente, tudo o que acontece aos filhos de outros pais.
Beijinho
Maria

Anónimo disse...

Nemy:
Quem me dera, pensar como tu, mas minha amiga, com o terrorismo a avançar e, o caso da Casa Pia, a marcar passo, hoje, só mesmo o aparecimento do Miguel, me deu uma pequena réstea de esperança no mundo.
Beijinho
Maria