quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Sem Eira Nem Beira


Lembrei-me de Lamego, hoje. Terra linda, como a minha, terra em que parafraseando um apresentador da nossa T.V., já fui muito feliz. Foi lá que, o meu filho se casou, na Sé, com uma Lamecense de gema, que eu amo como uma filha.
Foi lá, que conheci a família dela, gente boa, hospitaleira, afectiva. O meu Compadre, era pessoa muito querida e considerada, em Lamego. Foi o grande impulsionador do grupo “Sem Eira nem Beira”, de que era a Alma, o sangue, a alegria. Talvez por isso, quando há seis anos, morreu, o grupo desapareceu.
Daqui, quero enviar, toda a minha Saudade, para alguém, que conheci pouco tempo, mas estimei e admirei muito. Para a família, sobretudo para a filha que considero minha, um beijo e uma lágrima, sem palavras. Para os amigos, um pedido: Não deixem morrer, o grupo que ele tanto amava.
Até um dia destes.

6 comentários:

Kim disse...

É sempre assim. Quando a "alma mater" desaparece, tudo o resto se esfuma e o fim chega depressa.
Um beijinho, petite Marie!

Anónimo disse...

Kim:
As tuas palavras, são sempre sábias. Este homem, alegre, bom pai, bom amigo, que se tornou nosso familiar no mesmo dia em que nos viu, fez (faz) muita falta. Um duriense da melhor cepa, inteligente e bom. Tinha grandes conhecimentos de música popular e, não só, fez um trabalho de busca, de velhas canções beirãs e do Douro e, com o seu grupo, divulgou-a em Portugal e no estrangeiro. Gravaram um CD, que penso que, ele já não viu acabado.
Para além disso, era daquelas pessoas que nos entra no coração, ao primeiro olhar.
Hoje, a minha nora, chora o pai e, para ajudar, na 3feira desapareceu-lhe uma das cadelinhas que adora.
Com tudo isto, estou triste, magoada, sem saber o que fazer, para a ajudar.
Ela é como uma filha para mim e, sabes bem, como é díficil, ver sofrer um filho.
Se ao menos a bichinha aparecesse viva!
Beijo.
Maria

carla mar disse...

Um beijinho, para as duas :)

Espero, que a cadelinha apareça.

Anónimo disse...

Beijo amigo
Nemy

Anónimo disse...

Carla:
Já tenho poucas esperanças, de voltar a ver a Java. Estou preocupada com a minha nora que, desde terça feira, não pára de a procurar. Salvou-a da morte, no canil de Setúbal, para agora a perder estúpidamente.
Eu estou triste, pela bicha, por mim, mas sobretudo por eles.
Beijinho
Maria

Anónimo disse...

Nemy:
Obrigada pelo beijo.
Espero que, passem uma boa noite.
Mais um beijinho
Maria